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05.01.2011
Coluna Social Nenê Homsi
Sonia e Fábio Guerra retornam na próxima segunda-feira de Paris, onde passaram as festas de fim de ano
09.11.2010
Foto de Fábio e Sonia Guerra foi destaque na Coluna Social de Nenê Homsi
A foto de Fábio Guerra e sua esposa Sonia Maria, na noite dos SP' Oentes, foi destaque na Coluna Social de Nenê Homsi do dia 09/11/2010
01.09.2010
Dr. Fábio participa de programa da Educativa FM
O doutor Fábio Guerra foi entrevistado pelo programa “Viver Bem”, da Rádio Educativa FM de Rio Preto. Durante o bate-papo, explicou os vários motivos de perda de dentes e indiciou quem pode e deve usar implantes e próteses dentárias. O programa foi ao ar no dia 1 de setembro de 2010.
12.11.2010
O mestre da odontologia
Fábio Guerra é sinônimo de competência quando o assunto é odontologia. Mestre em Odontologia pela Universidade Camilo Castelo Branco, é coordenador do curso de especialização em implante da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas) de Rio Preto e Presidente Prudente. Nas mesmas entidades, coordena também os cursos de atualização de Cirurgia Avançada em Implantodontia e de Cirurgia Oral Menor.

Atua nas áreas de Implante Dentário e de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial na clínica Implantar, da qual é proprietário. O consultório também oferece tratamento de ponta em estética e periodontia.

Fábio Guerra é membro do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, da Academia Internacional de Cirurgia Oral e Maxilo-Facil de da Academia Brasileira de Osseointegração.
29.06.2010
Em 48 horas, técnica devolve o sorriso a pessoas que perderam os dentes cedo
Implante zigomático dispensa a realização de enxerto ósseo

Os implantes dentários se popularizaram como uma opção à falta de dentes, substituindo a dentadura, que, embora devolva o sorriso ao paciente, é desconfortável e até dolorida. Um dos pré-requisitos para se receber um implante – ossos adequados para sustentá-lo –, porém, costumava ser um empecilho à grande parte dos desdentados, formada por pessoas que, por permanecerem sem dentes por muito tempo, tiveram a estrutura óssea reabsorvida pelo organismo.

Para eles, a alternativa mais comum era a enxertia óssea, ou seja, a “reconstrução” da estrutura óssea por meio da utilização de osso da bacia ou do crânio – um processo demorado e invasivo. Uma nova técnica tem provocado uma revolução na Implantodontia e se tornado uma luz no fim do túnel para muitas pessoas abaladas pela falta de dentes. Trata-se do implante zigomático, procedimento que consiste em se fixar o implante no osso zigomático, que fica abaixo dos olhos, no local conhecido como “maçã do rosto”.

O coordenador do curso de Implante da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de Rio Preto), Fábio Guerra, que já fez esse tipo de implante em cerca de 200 pacientes do município, afirma que, além de pouco invasivo, o tratamento é totalmente breve: “Antes, o paciente que se submetia ao tratamento com enxertia óssea demorava um ano e meio para finalizá-lo. Ao fazer implante zigomático, o paciente tem o sorriso de volta em 48 horas”.

A professora de português Laís Gorayb da Cruz, 72, conta que o implante a tornou uma nova pessoa. Ainda com 20 anos de idade, perdeu seus primeiros dentes: “O dentista que me atendia no colégio interno em que eu estudava não tinha muito conhecimento”, justifica. Por volta de 60 anos, dona Laís começou a sentir todos os dentes amolecerem: “Cada dentista que me atendia oferecia desesperança. Cheguei a usar dentadura, mas não ficava firme, pois eu já não tinha estrutura óssea. Perdi dez quilos em três meses e passei por sofrimento moral e espiritual”, relata.

Ao ouvir falar do implante zigomático, a filha de dona Laís a levou até a Clínica Implantar e marcaram a cirurgia. “No mesmo dia em que coloquei o implante, já dormi na casa da minha filha. No dia seguinte, coloquei as próteses e ficou lindo. Agora como de tudo, até milho verde, dou gargalhada e sou muito feliz”.

Cuidados
Desenvolvida para atender a mutilados oncológicos, isto é, pessoas que ficaram com traumas na face por causa de um câncer, a técnica do implante zigomático ingressou no mercado brasileiro há cinco anos, mas agora é que entrou em evidência. O principal público é formado por pessoas na faixa dos 60 anos, que perderam os dentes na adolescência.

Guerra destaca que, embora o procedimento esteja se difundindo, é importante que o paciente se certifique quanto à formação e à experiência do profissional que vai lhe atender: “É preciso responsabilidade e uma técnica mais apurada, já que a cirurgia é feita próxima ao olho do paciente”.

Por conta disso e do custo dos equipamentos, o investimento para a realização de um implante desse tipo é um pouco mais alto do que o do implante convencional, mas o relato dos pacientes mostra que compensa. “Remocei dez anos e obtive melhora na qualidade de vida e na saúde. É como se estivesse novamente com meus próprios dentes”, diz Odete Martins Tridico, 63.
04.08.2010
Implante dentário é solução cada vez mais popular à falta de dentes
Mais do que devolver os dentes ao paciente, tratamento devolve o sorriso; no Brasil, 8 milhões de pessoas precisam de prótese dentária completa

A falta de dentes afeta 30 milhões de brasileiros, segundo a Organização Mundial da Saúde. Desses, 8 milhões precisam de prótese dentária completa – a conhecida dentadura. Especialistas afirmam que, além de afetar funcionalidades como a mastigação e a fala, essa situação abala a estética e, consequentemente, a autoestima do indivíduo.

Cada vez mais populares, os implantes dentários têm se mostrado como uma alternativa para a volta não só dos dentes, mas do sorriso. Consistem em suportes ou estruturas de metal posicionadas, por meio de cirurgia, no osso maxilar abaixo da gengiva. Após instalados, os implantes funcionam como a raiz dos dentes, permitindo ao dentista montar dentes substitutos sobre eles – as chamadas próteses.

O coordenador do curso de Implante da APCD de Rio Preto (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas), Fábio Guerra, afirma que os implantes oferecem um suporte estável para os dentes artificiais: “É uma situação diferente da dentadura, que costuma ser desconfortável ou até inviável, por causar dor”.

Para receber um implante, o paciente precisa ter gengivas saudáveis e ossos adequados para sustentá-lo. Além disso, deve passar por exames indicados por um cardiologista – medida preventiva necessária para a realização de qualquer cirurgia. A existência de determinadas doenças, como o diabetes, não impede a execução do tratamento, mas é preciso que esteja controlada.

É o caso do diabético Luiz Anselmo Estrela, 56, que se esforçou para controlar a doença a fim de realizar o quanto antes a cirurgia. “Com a prótese que usava antes, sentia muita dor. Depois do implante, a situação está totalmente diferente: vivo melhor e até rejuvenesci”, diz.
 
A professora de português Laís Gorayb da Cruz, 72, conta que o implante a tornou uma nova pessoa: “Cada dentista que me atendia oferecia desesperança. Cheguei a usar dentadura, mas não ficava firme. Perdi dez quilos em três meses e passei por sofrimento moral e espiritual”, conta. Depois do implante, o relato é outro: “Agora como de tudo, até milho verde, dou gargalhada e sou muito feliz”.
 
Estética
Feito o implante, chega a fase da aplicação da prótese. Para isso, entra em cena um segundo profissional, que faz um estudo detalhado para escolher o tamanho e cor ideais dos novos dentes. “Buscamos sempre o efeito mais natural possível, ou seja, o que mais se aproxima da forma que era antes. Trata-se de um trabalho artístico”, diz o dentista Carlos Cesário, da clínica Implantar e professor da APCD.
 
Cesário afirma que, quando as solicitações não são absurdas, é possível efetuar alguns “malabarismos” para satisfazer desejos do paciente: “Já atendi uma mulher que pediu que seu sorriso se assemelhasse ao da atriz Andréa Beltrão. Por conta do perfil de rosto equivalente, foi possível atender a seu pedido”.
 
Cuidados
Em cinco anos, a proporção de denúncias de implantes malfeitos triplicou no Crosp (Conselho Regional de Odontologia Paulista). Para Guerra, o uso indiscriminado de implantes e a oferta de mão de obra despreparada podem ser apontadas como causas do aumento de queixas: “O implante pode não ser o tratamento mais indicado para determinados casos, mas muitos profissionais tem o utilizado de maneira abusiva”.
 
Segundo ele, implantes fixados no osso zigomático (maçã do rosto) – indicados a pessoas que perderam os dentes cedo e, por consequência, não têm estrutura óssea para sustentar o implante – exigem ainda mais preparo do profissional. “É preciso responsabilidade e uma técnica mais apurada, já que a cirurgia é feita próxima ao olho do paciente”.
 
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Fábio Guerra é mestre em Odontologia pela Universidade Camilo Castelo Branco, coordenador do curso de especialização em Implante da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de Rio Preto) e professor da APCD de Rio Preto e de Presidente Prudente. É proprietário da Clínica Implantar.
 
Carlos Cesário é especialista em Implantodontia e professor de cursos de odontologia da APCD de Rio Preto e de Presidente Prudente. Na Clínica Implantar, atua na área de odontologia estética.
26.01.2011
Especialista alerta sobre os riscos que uma criança tem ao quebrar o dente
Na ocasião, Dr. Fábio Guerra foi entrevistado sobre os riscos que uma criança tem ao quebrar os dentes e os cuidados necessários que devem ser tomados para o reimplante dentário.
25.01.2011
Especialista alerta sobre os riscos que uma criança tem ao quebrar o dente
Dr. Fábio Guerra explica que, nesta época de férias, aumentam casos de dentes quebrados em decorrência de brincadeiras perigosas

Em tempo de férias escolares, a criançada aproveita para brincar. Muitas vezes as atividades recreativas são perigosas, como correr em volta da piscina, no chão molhado ou se pendurar em brinquedos no parque. É por isso que nessa época do ano há aumento no número de acidentes que resultam em traumas chamados buco-maxilo-faciais, segundo o cirurgião-dentista Fábio Guerra.

"Se um dente de leite sofrer um trauma, pode afetar o desenvolvimento do germe dental permanente, que consiste na estrutura embrionária responsável por gerar o dente", explica. Isso ocasionaria, segundo Guerra, uma alteração ou até o impedimento da erupção do dente permanente. "Esse germe vem na ponta da raiz do dente de leite e, com o impacto e a movimentação de um trauma, pode sofrer várias alterações".

O estudante João Pedro Rodrigues, 11 anos, perdeu um dente há dois anos. Ele estava brincando com a bicicleta quando caiu e bateu a boca no chão. "Ele tentou passar por um monte de areia, mas não conseguiu se equilibrar, derrapou, caiu e teve o dente arrancado", conta sua irmã, Aline Rodrigues da Silva, 21 anos. O garoto foi levado às pressas para a emergência de um hospital, onde Guerra o atendeu e fez logo a cirurgia para reimplantar o dente. Depois de um tempo, o dente permanente de João Pedro acabou reabsorvido pelo organismo, então o cirurgião-dentista colocou uma prótese. "Quando isso acontece, a solução definitiva é o implante, mas é necessário esperarmos até os 18 anos de idade, quando há o fim do crescimento ósseo".

Recomendações


O doutor Fábio Guerra orienta que, nos casos de avulsão repentina da estrutura dental, é importante que o pai ou responsável coloque o dente em um recipiente com leite ou soro ou até mesmo embaixo de sua própria língua para manter as propriedades celulares e não alterar o seu ph.

"É importante que a pessoa não lave e nem carregue o dente na mão, pois isso acaba alterando a superfície da raiz remanescente, o que irá dificultar o reimplante", orienta. "Mesmo com essas ações preliminares, é fundamental que se procure imediatamente um especialista".